Os democratas de direita são ELEITORES do seu candidato até o dia das eleições, mas depois delas se tornam os FISCAIS dele, e por isso não hesitam em mudar de opinião sobre aqueles que apoiavam ou denunciavam no passado, quando percebem que foram traídos ou surpreendidos.
Os eleitores esquerdistas fazem justo o contrário, posto que são democratas apenas quando convém. Aferram-se aos seus candidatos como se fossem seres de outro mundo ou manifestação de uma divindade, segundo a ordem de seus líderes, e, em caso de decepção ou contradição, simplesmente ocultam ou ignoram as suas falcatruas. E assim eles se exercitam continuamente naquele ditado: “REPITA MUITAS VEZES UMA MENTIRA ATÉ ELA SE TORNAR UMA VERDADE”.
Para um democrata de direita, mudar de opinião sobre um político, como mudamos de opinião sobre qualquer coisa, é algo natural e absolutamente derivado de sua MATURIDADE EMOCIONAL e POLÍTICA; já o esquerdista típico não muda nunca de opinião sobre os seus candidatos, pelos motivos opostos.
No caso do BRASIL, os esquerdistas apoiam encarniçadamente LULA, apesar de todas as evidências, porque sabem que, se Lula acabar, acaba a esquerda. Pelo menos eleitoralmente.
Na sua perspectiva FIXA, FANÁTICA, os esquerdistas julgam as mudanças de opinião dos democratas como sinais de oportunismo e falta de caráter, e não veem mal algum em tentar esconder acintosamente os crimes de seus líderes, e até os PROMOVEM MAIS, como se isso mudasse a sua natureza CORRUPTA, só para provar o quanto são “coerentes”.
Os esquerdistas cobram aos democratas de direita COERÊNCIA POLÍTICA a partir de sua INCOERÊNCIA MORAL.
O socialismo começou como uma prova de que a humanidade tinha CORAÇÃO, mas hoje é a maior prova de que ela não tem INTELIGÊNCIA.
Às vezes as coisas podem ficar confusas. O importante é nunca abrir mão do seu direito de QUESTIONAR o que quer que seja.


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