quarta-feira, 7 de outubro de 2026

 


O juiz ALEXANDRE DE MORAES está soltando ou arrefecendo a perseguição aos bolsonaristas numa rapidez impressionante. A eleição equivaleu-lhe a uma pancada na cabeça, agravada pelo fato de ela estar desprotegida. A sua cúpula espelhada já não reflete todo o poder e arrogância de antes de 4 de outubro.

Ou seja, aqueles ou aquilo que no passado eram vítimas de processos excepcionais, absolutamente ilegais e infames, a pretexto de representarem um perigo EXTREMO e IMEDIATO à nossa democracia e ao Estado de Direito, DE REPENTE deixaram de sê-lo. Ou seja: eles, os juízes do SUPREMO, faziam ou sabiam que estavam fazendo coisas muito erradas.

No SUPREMO é assim: cada um cuida do seu capim.

No SUPREMO é assim: quem não é covarde, ou é bobo ou agiu tarde.

É difícil ainda dizer se a FESTA DE ARROMBA do SUPREMO, que já dura 4 anos, acabou, mas com certeza será necessário trocar a chave do cofre da nação.

Lembram de ALCOLUMBRE, antes do 1.º turno, falando grosso com Lula e afirmando categoricamente que a escala 6x1 só seria votada depois do 2.º. turno? Mudou da água para a cachaça de quinta. Agora defende a aprovação acelerada dela, em prol dos trabalhadores, e só Deus sabe dos horrores que vamos ter que assistir nos debates do Senado. Ele sabe que só a eleição de Lula pode salvá-lo do mais completo esquecimento e insignificância com que a natureza o dotou.

Flávio Bolsonaro não falou, e decerto não vai falar, sobre o terrível aperto econômico que nós obrigatoriamente teremos que enfrentar em 2027, em função das loucuras feitas pelo presidente Lula, mesmo porque, se falar, o povo não votará nele. Sem falar que ele nunca teve bem claro o que dizer ao povo, exceto quando ofereceu seu cargo de pretendente ao trono pelo melhor preço, ou quando negociava com Vorcaro.

Mermão para presidente; e perca até os dentes.

Essa eleição mostrou que o Brasil é como um homem de 2 metros e 200 quilos, de pé num parapeito todo trincado de cobertura abandonada, ameaçando pular. Você vai segurá-lo no braço?

A gente aqui no Brasil quase não sente a passagem das estações. Isso deve ser uma compensação pelos incômodos, constrangimentos e desatinos que experimentamos a cada eleição.

Se Flavio for eleito, veremos se ele é um homem de família ou se deixará o seu irmão, sozinho, no processo do banco Master.

Pelo nível de proximidade e troca de favor, dá para cravar que Daniel Vorcaro será o primeiro indultado num possível governo Bolsonaro.

A eleição de Flávio vai-nos permitir, pelo menos, salvar o motor do transatlântico BRASIL, porque o resto vai se perder todo. Agora, o que nós vamos fazer, no meio de um mar profundo, segurando um motor de várias toneladas, para manter o nariz acima do nível d'água?


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