A desordem gerada pelas ações e pelo descrédito do PODER JUDICIÁRIO, transformado num puxadinho eleitoral do atual governo, ameaça descer das mais altas instituições da ex-república federativa do Brasil para as ruas e, quando lá chegar, ninguém poderá em sã consciência negá-la, mas tampouco detê-la. E suas consequências serão tão imprevisíveis quanto irreversíveis. Afinal, são 250 anos de decepções sem fim.
Aqueles que cometeram todo tipo de abuso e desrespeito à lei, sob o pretexto de defender a democracia, agora destroem essa mesma democracia pela raiz. Cumpre-se assim aquilo que a esquerda clássica marxista-leninista sempre advogou: “a democracia é só um meio para se alcançar o poder”. É óbvio que, após este ser alcançado, aquela pode ser descaradamente descartada, como estamos assistindo.
No cancelamento do debate da Globo, uma juíza petista transformou uma cadeira vazia em sujeito jurídico, para salvar o seu presidente de coração, ou talvez pagar uma dívida.
Nem os TRÊS PATETAS conseguem lidar com o STF, afinal são só três, já o STF...
Quando o caos e a anarquia tomarem conta das ruas, tudo poderá acontecer e se seguir. Menos o Brasil em que hoje vivemos.
A lei no Brasil tornou-se uma mera extensão do braço do governante, o qual ele estende e retrai quando convém.
O Brasil está se tornando uma ficção de horror. Ai dos fracos, dos indefesos e dos honestos.
Antes ninguém tomava medidas drásticas no Brasil para não se comprometer com o resultado. Hoje, isto é o que menos importa. Evoluímos, pois, da covardia para a loucura.
A lei? Ora, bolas, a lei!
Nossa atual constituição tem tanto valor quanto a declaração de fidelidade conjugal de alguém no último estágio de ninfomania ou satiríase crônica.
A nossa LIBERDADE DE EXPRESSÃO virou mera força de expressão... sem força.
Os juízes do Supremo tornaram a nossa Constituição um...
No STF, a situação é a mesma: enquanto a nação arde, quem não é vilão é covarde.
Nenhum comentário:
Postar um comentário