A “inteligência artificial” está longe de ser inteligente e certamente jamais o será, quando comparada à INTELIGÊNCIA humana. A “ia” é um incapaz com uma memória e uma velocidade de pensamento enormes, boa para tarefas especializadas, mas não para inventar e descobrir, mas sem entender uma ironia, um gesto ou uma expressão facial, ou mesmo um simples trocadilho verbal. Uma completa idiota, quando cercada de humanos que pensam além de si mesmos.
QUANTO À CORRIDA DAS “IAs”, FICARÁ À FRENTE NÃO O PAÍS OU POVO QUE CRIAR A “IA” MAIS PODEROSA, A MAIS RÁPIDA, DE MAIOR MEMÓRIA, ETC., MAS AQUELE CUJO POVO SOUBER UTILIZAR A IA DA FORMA MAIS INTELIGENTE.