O JUDICIÁRIO DEMENTE DE UMA NAÇÃO DESMORALIZADA
Quando a gente pensa que já viu tudo, vem algo muito pior. A juíza Elizabeth Machado Louro resolveu, de sua própria cabeça, liberar uma mulher que assistiu indiferente à tortura e assassinato de seu filho, afinal, ela estava em casa no momento que isso aconteceu.
Essa interpretação dos fatos, já em si muito controvertida, foi piorada no momento em que a juíza abriu a boca para justificar o seu voto — antes não o fizesse; pronunciasse a sentença e fosse para casa, quem quisesse que achasse ruim, conforme é a prática, por exemplo, dos juízes do Supremo. Mas não, ela resolveu abrir a boca.
Na versão da sábia juíza, a justa indignação da sociedade com a indiferença de uma mãe diante do massacre de seu filho por seu namorado, não passa de misoginia. Uma sociedade que já se indigna até com maus-tratos e morte de animais tem que ficar indiferente ao massacre de uma criança, senão a 'Justiça' solta o criminoso.
Para piorar, e muito, ela avançou dizendo que se fosse um pai que tivesse cometido o crime, ele “nem teria sido processado”. Ao dizer isso, ela avacalha, da forma mais degradante possível, todo o JUDICIÁRIO BRASILEIRO, que permite um absurdo desses, e do qual ela participa avacalhando mais ainda, porque, pelas suas palavras, seu julgamento é cotado por decisões que ela considera injustas, equilibrando assim a injustiça feita a favor de um lado com uma injustiça a favor do outro, se é que as coisas acontecem assim. Aonde isso vai parar?
Mas a situação fica pior, pois alguns casos, inclusive muito famosos, apontam que a nobre juíza está, no mínimo, alucinando (sejamos generosos). E o caso Daniela Nardoni? E o caso Bernardo Boldrini? E o pai que pegou 175 anos pelo assassinato de seus filhos no RS, condenado em 15 de maio agora?
Se não é desfaçatez nem maldade pura, então estamos diante de um caso grave de demência, senilidade, Alzheimer, um dos mais dignos da passagem bíblica “perdoai, que ela não sabe o que faz!”
É para isso que cercamos de tanto prestígio e consideração os cursos de direito e temos um dos judiciários com os mais altos salários do planeta?
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